Ferrovia de alta velocidade Pequim-Shenzen brevemente em funcionamento

Quando toda a linha estiver finalizada, em 2015, Hong Kong e a capital estarão ligadas em menos de 10 horas, totalizando uma distância de 2.360 km. Em apenas oito anos a rede de alta velocidade na China deverá ascender a 50.000 km.

MC01É mais um troço do vasto programa ferroviário de alta velocidade chinês que entrará brevemente em funcionamento, decorrendo já a fase de testes na linha Anyang-Zhengzhou que irá conectar-se à Wuhan-Guangzhou-Shenzen já em operação.

A construção deste grande projecto ferroviário foi iniciada em 2005 e o troço ligando Guangzhou a Changsha teve a sua inauguração em 2009. Até ao fim do ano passado foram concluídas mais duas ligações: Shenzen a Guangzhou e Changsha a Wuhan.

Para meados de 2015 está programada a abertura da última secção até Hong Kong, que irá permitir viajar desta metrópole a Pequim em menos de 10 horas.

A infra-estrutura chinesa de ferrovias de alta velocidade teve o seu começo em 1999 com as obras da ligação Qinhuangdao-Shenyang concebida para uma velocidade de 250 km/h, embora a luz verde para serem iniciados os estudos remonte a 1990 ao nascer o projecto Pequim-Xangai.

Em finais de 2010, a distância das linhas para velocidades superiores a 200 km/h ultrapassava 8.300 km e até meados de 2013 estarão operacionais 42 ligações para comboios de elevadas prestações. Dentro de sensivelmente oito anos estima-se que esta complexa malha ferroviária intercidades exceda 50.000 km

Em finais de 2010, a distância das linhas para velocidades superiores a 200 km/h ultrapassava 8.300 km e até meados de 2013 estarão operacionais 42 ligações para comboios de elevadas prestações. Dentro de sensivelmente oito anos estima-se que esta complexa malha ferroviária intercidades exceda 50.000 km

Nos anos seguintes o programa de desenvolvimento implementado jamais abrandou e o país vai dispor em 2020 da maior rede a nível mundial deste meio de transporte de pessoas e mercadorias – que ocasiona já extraordinárias transformações económicas, sociais e inclusive energéticas (geração e distribuição de electricidade) naquele extenso território.

Em finais de 2010, a distância das linhas para velocidades superiores a 200 km/h ultrapassava 8.300 km e até meados de 2013 estarão operacionais 42 ligações para comboios de elevadas prestações. Dentro de sensivelmente sete anos estima-se que esta malha ferroviária intercidades exceda 50.000 km.

Com o objectivo de fidelização aos padrões internacionais neste domínio, a companhia ferroviária chinesa alugou à Suécia um comboio X2000 que viria a ser utilizado em ensaios durante 1998. Ainda nesse mesmo ano, em Junho, foram realizados testes com uma locomotiva que alcançou 240 km/h na linha Pequim-Guangzhou: a Shaoshan-8 seria a primeira máquina de alta velocidade fabricada localmente.

Desenvolvimento do Programa Ferroviário de Alta Velocidade chinês prevê construção ininterrupta de novas linhas, estações e infra-estruturas até 2040

A infra-estrutura chinesa de ferrovias de alta velocidade teve o seu começo em 1999 com as obras da ligação Qinhuangdao-Shenyang concebida para uma velocidade de 250 km/h, embora a luz verde para serem iniciados os estudos remonte a 1990 ao nascer o projecto Pequim-Xangai.

A infra-estrutura chinesa de ferrovias de alta velocidade teve o seu começo em 1999 com as obras da ligação Qinhuangdao-Shenyang concebida para uma velocidade de 250 km/h, embora a luz verde para serem iniciados os estudos remonte a 1990 ao nascer o projecto Pequim-Xangai.

A ferrovia de alta velocidade Pequim-Tianjin contribuiria igualmente para uma transição evolutiva, impulsionando a construção em larga escala de muitas linhas novas. Entre 1996 e 2000 a velocidade média nas ferrovias chinesas foi melhorada três vezes enquanto a electrificação experimentou uma ampla e célere expansão em todo o país.

Denominada Estrela da China (Zhong Hua Zhi Xing) uma locomotiva atingiu em 2002 a velocidade recorde de 321,5 km/h na linha Qinhuangdao-Shenyang.

Dois anos após este marco, o Conselho de Estado chinês aprovou o primeiro plano nacional de desenvolvimento ferroviário de média e longa distâncias, idealizando uma rede de 12.000 km com velocidades de circulação superiores a 200 km/h. Pequim, Xangai e Guangzhou tornaram-se os principais centros de conexão das ligações às diversas cidades abrangidas pela alta velocidade ferroviária.

Destinada a ligar Pequim e Tianjin, em 2008 foram divulgados os planos de uma nova linha para velocidades efectivas até 350 km/h.

A rede mantém-se em rápido crescimento e a alta velocidade ferroviária passou a desempenhar um papel crucial nas vidas e actividades profissionais de muitos milhões de pessoas.

Tomando 2040 como horizonte de uma fase subsequente à actual, o ambicioso plano de construção objectiva cinco grandes eixos norte-sul ou verticais (Harbin-Xangai, Pequim-Xangai, Pequim-Hong Kong, Jining-Kunming e Xian-Zhanjiang), seis este-oeste ou horizontais (Shenyang-Lanzhou, Qingdao-Yinchuan, Yancheng-Xining, Xangai-Chengdu, Xangai-Kunming e Xangai-Nanning), para além de oito novas interligações.